Recomendado – II ENCONTRO INTERNACIONAL DE NOVOS PARADIGMAS NO NASCIMENTO

NASCER POSITIVO foi o mote que, nos dias 12 e 13 de Maio de 2017, sentou “frente a frente” casais e profissionais da área de saúde materno-infantil, para refletir sobre as atuais experiências de nascimento em Portugal e no Mundo, conhecer projetos nacionais promotores de mudança e debater sobre alguns temas controversos com fundamentação científica e sem preconceitos.

O sucesso da primeira edição e a vontade de continuar a plantar sementes de mudança são a motivação e ambição que deram forma a este II Encontro Internacional de Novos Paradigmas no Nascimento, a acontecer nos dias 8 e 9 de Março de 2018.

Recomendamos a inscrição e esperamos que aceitem ser parte ativa neste grande desafio que passa por melhorar a qualidade das experiências de parto e nascimento em Portugal, em prol de um nascer (mais) positivo.

Participe :

 

Programa

12 de Maio de 2017

8h30 Abertura do Secretariado

9h00 Sessão de Abertura
Prof. Doutor Salvato Trigo | Fundação Fernando Pessoa
Prof. Doutor Germano Couto | Hospital-Escola da Universidade Fernando Pessoa
Prof. Doutor Agostinho Monteiro | Hospital-Escola da Universidade Fernando Pessoa
Dr. Marco Martins | Câmara Municipal de Gondomar
Dra. Aurora Vieira | Câmara Municipal de Gondomar
Enf. ESMO Isabel Ferreira | Gimnográvida

9h30 – 10h30 Mesa 1: Cuidados Peri-natais em Portugal
Moderadora: Maria João Marinho | ACES Gondomar

35 anos de Cuidados Peri-natais em Portugal
Rui Carrapato | Hospital-Escola da Universidade Fernando Pessoa

Modelos de Cuidados em Obstetrícia
Radmila Jovanovic | Clínica Medicinas

10h30 Apresentação de Pósteres

11h00 Pausa para Coffee-Break

11h30 – 13h30 Mesa 2: Modelos Diferentes, Denominador Comum
Moderadora: Sónia Rocha | Razão d´Ser

Realidade Italiana versus Realidade Portuguesa
Ana Rossetti | Scuola ElementaLe di Arte Ostetrica
(em inglês, com tradução para português)

Realidade Brasileira versus Realidade Portuguesa
Mariana Torres | Hospital Garcia de Orta

Realidade Holandesa versus Realidade Portuguesa
Mary Zwart | Parteira Independente

13h30 Pausa para Almoço

14h30 – 15h45 Mesa 3: Novos Paradigmas no Nascimento em Portugal
Moderadora: Márcia Azevedo | Hospital-Escola da Universidade Fernando Pessoa

Promoção do Parto Fisiológico no Serviço Nacional de Saúde
Irene Cerejeira | Centro Hospitalar da Póvoa do Varzim

Acompanhamento Contínuo por Enfermeira EESMO em Portugal
Isabel Ferreira | Gimnográvida

A Água na Gravidez e no Parto
Cristina Valentim  | Associação As Parteiras

15h45 – 18h00 Mesa 4: Parto na Água
Moderador: Germano Couto| Hospital-Escola da Universidade Fernando Pessoa

Parto na Água – Evidência Científica e Realidade Internacional
Barbara Harper | Waterbirth Internacional
(em inglês, com tradução para português)

Parto na Água – Realidade Portuguesa
Joyce Camargo | Doutoranda ICBAS “Parto na Água em Portugal”

Movimento Cívico pelo Parto na Água em Portugal
Joana Vitória Martins | Mães d’Água

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13 de Maio de 2017

9h00 Abertura do Secretariado

ANFITEATRO

9h30 – 10h00 Experiências de Parto em Portugal 2012-2015
Dulce Morgado Neves | Associação Portuguesa pelos Direitos da Mulher na Gravidez e no Parto

10h00 Pausa para Coffee-Break

10h30 – 12h00 Controvérsias em Debate – Parte I
Moderador: Alexandre Braga | Hospital-Escola da Universidade Fernando Pessoa
Moderadora: Isabel Ferreira | Gimnográvida

Cesariana Programada
Pró: Maria Augusta Pinto | Hospital São Sebastião
Contra: Vitor Varela | MCESMO  da Ordem dos Enfermeiros

Recolha de Células Estaminais do Cordão Umbilical
Pró: Alexandra Machado | Crioestaminal
Contra: Rui Carrapato | Hospital-Escola da Universidade Fernando Pessoa

12h00 – 13h00 Controvérsias em Debate – Parte II
Moderador: Rui Carrapato | Hospital-Escola da Universidade Fernando Pessoa
Moderadora: Enfermeira Isabel Ferreira | Gimnográvida

Parto no Domicílio
Pró: Sónia Rocha | Razão d’Ser
Contra: Diogo Ayres de Campos | Hospital Santa Maria – Centro Hospitalar de Lisboa Norte, EPE

13h00 Premiação de Pósteres

13h30 Pausa para Almoço

15h00 “Mergulho de Vida”: Estreia de Documentário & Tertúlia
Experiências de Parto na Água em Portugal
Moderadora: Isabel Ferreira | Gimnográvida

17h30 Sessão de Encerramento

WORKSHOPS
Decorrem em simultâneo, das 9h30-13h30. Incluem tradução inglês-português.

Sala I – Modelo Psico-neuro-endócrino-imunológico
Anna Rossetti | Scuola ElementaLe di Arte Ostetrica

Sala II – Princípios Básicos para o Parto na Água
Barbara Harper | Waterbirth Internacional

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Enfermeiros – Conheçam o ACT que foi assinado

O Sindicato dos Enfermeiros Portugueses ( SEP) publicou o documento na íntegra do Acordo coletivo de trabalho assinado com o Governo e que divulgamos.

“A assinatura deste IRCT encerrou a 2ª etapa do processo negocial que se iniciou em março entre os Sindicatos de Enfermagem   (SEP, SE e CIPE) e o Ministério da Saúde – e, finalmente, conclui-se a exigida harmonização das condições de trabalho dos enfermeiros com Contratos Individuais de Trabalho (CIT), relativamente aos profissionais com Contratos de Trabalho em Funções Públicas (CTFP).

Vejam o documento na íntegra clicando neste link, juntamente com a Ata da Reunião de 12 de janeiro de 2018.”

ACT assinado a 12 de janeiro

O que irá ser  regulamentado:

Procedimento concursal

O recrutamento para admissão e mudança de categoria é feito através de concurso e deve obedecer a um processo de seleção sujeito a publicitação da oferta de trabalho, garantia de igualdade de condições e oportunidades e decisão de contratação fundamentada em critérios objetivos de seleção.

A oferta de trabalho deve ser feita em jornal nacional e na página da instituição que abre o concurso. O prazo de candidatura passa a ser, obrigatoriamente, de 10 dias úteis, a contar da publicação do aviso de abertura.

Avaliação do desempenho

Consagra o regime já existente para os CTFP, ou seja, passa a aplicar-se a portaria da Avaliação do Desempenho e as regras de progressão – atribuição de pontos em função das menções qualitativas. No atual contexto de descongelamento das progressões, também os CIT podem progredir na atual grelha salarial.

Período Normal de Trabalho

35 horas semanais a partir de 1 de julho de 2018.

MySNS uma APP a instalar

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A aplicação móvel MySNS Carteira eletrónica da Saúde é uma aplicação que deve ser do conhecimento de todos os Portugueses e especialmente dos profissionais de saúde e vai disponibilizar, já durante este mês de Janeiro de 2018, o cartão de atividade física. Integrando várias funcionalidades, este novo cartão permitirá monitorizar a prática de atividade física.

Contador de passos, calorias gastas, distância percorrida e gráfico de média de passos são as funcionalidades que, de uma forma muito simples, irão contribuir para monitorizar os níveis de atividade física do cidadão.

“No âmbito do programa para a saúde, e no que diz respeito à promoção da atividade física, o XXI Governo Constitucional pretende que Portugal assuma uma posição pioneira na implementação das orientações da União Europeia e da Organização Mundial da Saúde. O novo cartão da app MySNS Carteira vai ao encontro destas indicações.”

Desde dia 15 de dezembro, e por despacho da Tutela, que os médicos podem promover a atividade física em geral, através da PEM – Prescrição Eletrónica Médica. Em breve, o médico poderá, também, prescrever exercício físico específico, adequado a cada utente.

No decorrer de 2018, prevê-se o lançamento de mais cartões digitais na MySNS Carteira, tais como o cartão de Alergias, onde o cidadão poderá consultar a sua lista de alergias e intolerâncias registadas, o cartão de Dador de Sangue, entre outros.

 

Descrição da Aplicação

Dr. Luis Marques Mendes, o orçamento, os Enfermeiros, o Passado e o Presente!

marques mendes

Não é comum responder a provocações de políticos, mas o que o Dr. Luis Marques Mendes disse sobre os Enfermeiros, deve ser refutado ! Espero que tenha feito as tais declarações sobre os Enfermeiros, por pura ignorância. Recordo com saudade as palavras de um professor de ética  “a ignorância culpada não desculpa ninguém”. Como o  Dr. Marques Mendes tem um peso politico de acrescida responsabilidade, revelou a meu ver um discurso demagogo e pouco cuidado, uma vez que não estudou o passado deste protesto… nem o explicou! Debitou apenas o que agora parece estar na moda… debitou uma cartilha!

Mas permita-me esclarece-lo se assim for possível. Como cidadão responsável, tenho tentado várias ações na Assembleia da Republica, as vezes ganhamos, outras perdemos é a Democracia. E cada vez acredito menos que ela funcione. Creio ainda, que o estado de direito deve estar ligado ao respeito da hierarquia das normas e dos direitos fundamentais.

Em outras palavras, Dr. Luis Marques Mendes desejo que entenda que para mim o estado de direito deve ser aquele no qual os mandatários políticos (na democracia: os eleitos) são submissos às leis promulgadas. No entanto quando o que conta é o voto da maioria presente num Parlamento, como se viu na Assembleia da República de dia 19 de Julho, que reprovou esta petição (espero que tenha assistido) ( vídeo completo da Sessão Plenária http://canal.parlamento.pt/?cid=2208&title=reuniao-plenaria-n-109 /… ;sobre a Petição Ver Debate 1:26:15 a 1:48:33 e Votação: 4:12:40 a 4:14:01), na discussão em plenário da petição “Igualdade de direitos laborais entre trabalhadores com Contrato Individual de Trabalho e trabalhadores com Contrato de Trabalho em Funções Públicas, nas instituições do Estado Português” (https://www.parlamento.pt/ActividadeParlamentar/Paginas/DetalhePeticao.aspx?BID=12700 … )

Ficou claro para mim que o Respeito dos deputados pela Constituição e pelas Leis que mantêm, aprovam, revogam ou propõem, “gostem ou não gostem delas, é no fundo respeito pelas suas próprias funções”. Nem todos se comportam deste modo e felicito-os por isso. são as excepcções! Assim, peço-lhe que entenda que o protesto dos enfermeiros não é de agora. Tem um passado! O  passado tem o bom hábito de  esclarecer o presente.

 Nesta linha de pensamento a Legislação que pretendíamos ver cumprida, na petição não foi aprovada e para os Enfermeiros a Lei não pode ser apenas letra morta, onde o mais forte ou oportunista prevalece. Mas centremo-nos no passado, estudemos, para que possa comentar corretamente.

O que  “ditos Enfermeiros Especialistas” ( fica-lhe mal a caracterização ditos, mas é só uma opinião) , pretendem , não é uma pretensão de hoje, contrariamente ao que tentou transparecer. Como comentador politico, ou membro de um partido, (fico sempre na dúvida) a ignorância culpada, corre o risco de culpar a ideologia, o que desculpa, mas não se entende perante o papel de comentador. Os factos e a história, referem que a tentativa de mudar a carreira de enfermagem é antiga e para catalogar forneço outro link : https://cogitareemsaude.wordpress.com/2015/06/02/enfermagem-e-as-promessas-de-pedro-mota-soares-entre-outros/  e desta vez, nova petição …

Corria o ano de 2009 e ainda existia na carreira o índice remuneratório de Enfermeiro Especialista. O problema é que depois deixou de existir há 8 anos!!! Pelo que este protesto dos Enfermeiros Especialistas, resulta de um cansaço, de um burn out da classe.

Não, não se pretende atacar ninguém, pois acredite que com 9 a 10 anos de evolução de descontentamento, conseguimos apontar culpas tanto à direita como à esquerda e é incorreto apontar culpas, correto será atuar. Não quero(mos) votos, queremos respeito, por isso o slogan  #Basta.

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Mas porque é que não convida alguns enfermeiros para o contraditório, convide por exemplo o representante Bruno Reis. Como é logico e os enfermeiros detêm uma ótima formação em ética e deontologia, pelo que têm mantido a segurança de cuidados a muito custo pessoal. E esta consequência, este custo pessoal, imagine bem que o sinto bem de perto, está em casa, está nos hospitais nos centros de saúde…. Para mim que sou casado com uma Sr.ª Enfermeira Especialista que teve a “sorte de entrar ” para a antiga carreira de enfermagem que contemplava o índice remuneratório de especialista, confesso-lhe ela está cansada.

E se ainda não se cansou de ler Dr. Luis Marques Mendes, permita que some uma pitada de leis que não são cumpridas pois a dita Sr. Enfermeira Especialista também é mãe, de 2 filhos, um deles pequeno! E confesso-me culpado, porque sendo Portugal  o país da União Europeia com a taxa de fecundidade mais baixa e aquele onde mais diminuiu o número de nascimentos nos últimos 15 anos, ousamos ter 2 filhos. Mas isso não seria problema, afinal há o horário de amamentação, que por lei é imposto!? Ou há ? De que servem as leis senão se cumpre…

Sr. Dr. Luis Marques Mendes revelo-lhe que há muito que esta mãe, não consegue usufruir, deste direito, desta lei, ou porque não há enfermeiros especialistas para assegurar o horário, ou porque faltou alguém, ou porque … ou porque … e como já me perdi em tantos porquês ela já tem quase 100 horas a mais do que deveria estar a fazer! Porque ser mãe não deve implicar ver os filhos quando o Pai os leva à cantina do Hospital para almoçar com eles. Ser mãe não deveria implicar ter que chegar a casa e extrair o leite, porque esteve desde as 8h da manhã até às 20h30 num hospital… E se isso acontecer em 4 dias seguidos!? E se isso acontecer sem que tivesse uma folga em 15 dias!

No final sou eu que enquanto Pai, apresento o meu protesto, protesto por ter uma super mulher, uma enfermeira “dita especialista” como disse, que é mãe, mas a quem o poder politico se recusa ouvir ou negociar.

Sim as Enfermeiras são mães, imagine-se(!?) Numa profissão onde 90% são do sexo feminino elas estão cansadas, mas que apesar de tudo estão  solidarias com este protesto.

Mas coloco-lhe outra dúvida imaginando porém que nem seque vá lê, mas permita-me o desabafo. Se o trabalho e a importância progressiva da atividade económica fez com que o termo “trabalho” se tornasse sinónimo de uma atividade remunerada, desenvolvida num “local de trabalho”. Deve concordar que atualmente o equilíbrio trabalho-família está ligado, entre outros aspetos, à prioridade que deve ser dada às tarefas profissionais, persistindo a expectativa de que cabe ao trabalhador a adaptar o seu regime de trabalho de modo a não comprometerem as “suas” responsabilidades domésticas e familiares. Pelo menos é esta a perspetiva do empregador!

E a visão do trabalhador!?A corroboração de que o Conflito Trabalho-Família se relaciona negativamente com a Satisfação no Trabalho, aproxima-se num estudo de Ergeneli, Ilsev e Karapinar (2010), em que se verificou que trabalhadores que experienciam altos níveis de Conflito Trabalho-Família tendem a sentir menos Satisfação no Trabalho.

A confirmação de que as mulheres têm níveis de “Conflito Trabalho-Família superiores aos dos homens e níveis de Satisfação no Trabalho inferiores aos dos homens, está também de acordo com as conclusões de um estudo, segundo as quais as mulheres seriam mais suscetíveis de experienciarem elevados níveis de Conflito Trabalho-Família quando comparadas com os homens. Para as mulheres, neste estudo, a Satisfação no Trabalho tem em comparação com os homens mais probabilidade de ser negativamente influenciada pelo Conflito Trabalho-Família, algo que poderá advir do facto das responsabilidades familiares que sobrecarregam as mulheres serem geradoras de níveis mais baixos de Satisfação no Trabalho”.

Segundo a visão do empregador, o modelo de compromisso profissional e devoção à vida laboral coexiste com a noção de que o trabalhador ideal será aquele que tem tempo ilimitado para investir na sua profissão, algo congruente com uma noção idealizada de masculinidade laboral, e com a tendência para marginalizar as mulheres inseridas no mercado de trabalho.

Nesta sequência, refira-se que o conceito “trabalho-família” tende a excluir outros contextos que fazem parte da vida humana, tais como a comunidade, a cultura, a religião, o lazer, o associativismo e o percurso de vida dos indivíduos. O próprio binómio “trabalho-família” deixa ainda de parte uma considerável fatia da população constituída por solteiros/as, casais do mesmo sexo, famílias compostas por amigos que coabitam na mesma residência, indivíduos/casais mais velhos cujos pais e/ou filhos já não habitam com eles.

Os atuais níveis elevados de Conflito Trabalho-Família, a que as Enfermeiras e Enfermeiros estão sujeitos,  são prejudiciais não só para os indivíduos (na medida em que afetam o seu bem-estar), mas também para as organizações, com as quais a Satisfação no Trabalho se relaciona.

Eu não estou satisfeito, nem posso estar uma vez que Governos sucessivos tem ignorado negociar a carreira de Enfermagem e repor, aquilo que retirou o acesso à categoria\Indice de Enfermeiro Especialista.

Assim, tal como o Grito do Ipiranga, que o foi o ato que, simbolicamente, oficializou o rompimento com Portugal, no Brasil, este protesto foi o eco de muitos Enfermeiros e Enfermeiros “Ditos” Especialistas tiveram!

Haverá vontade politica ?Afinal os Enfermeiros “Ditos” Especialistas só querem repor o que foi retirado, o indice remuneratório de especialista que existiu na carreira!

Os “Ditos” Enfermeiros Especialistas exercem em :

  • Especialidade de Enfermagem Comunitária
  • Especialidade de Enfermagem Médico-Cirúrgica
  • Especialidade de Enfermagem de Reabilitação
  • Especialidade de Enfermagem de Saúde Infantil e Pediátrica
  • Especialidade de Enfermagem de Saúde Materna e Obstétrica
  • Especialidade de Enfermagem de Saúde Mental e Psiquiátrica

Com os Melhores cumprimentos

Sérgio Sousa( Pai ) | Enfermeiro “dito” Especialista de Enfermagem Comunitária

Bibliografia :

Saúde Materna e Obstétrica: Brochura ajuda a fazer triagem de urgências

A Mesa do Colégio da Especialidade de Enfermagem de Saúde Materna e Obstétrica (MCEESMO) da Ordem dos Enfermeiros (OE) acaba de lançar a primeira versão de uma brochura que pretende ajudar os enfermeiros especialistas nesta área (EESMO) que trabalham em serviços de urgência de Obstetrícia e Ginecologia.

Segundo a MCEESMO, estamos a falar de uma publicação de grande aplicação prática para os EESMO, baseada em vários algoritmos de actuação.

Com “Triagem – Prioridades de Obstetrícia e Ginecologia”, pretende-se a “identificação adequada do nível de risco das utentes e respectiva intervenção assistencial/terapêutica em tempo útil pelo EESMO”. Em simultâneo, procura-se que o encaminhamento das utentes (quer seja para alta, internamento ou transferência) respeite o Regulamento da OE que define as competências específicas do EESMO.

Consulte a brochura

Fonte : Ordem dos Enfermeiros 

“A reforma dos Cuidados de Saúde Primários: do compromisso à ação” – 9 de Junho

Irá realizar-se, no próximo dia 9 de junho, o XV Encontro Anual dos Cuidados de Saúde Primários, nesta edição com o tema “A reforma dos Cuidados de Saúde Primários: do compromisso à ação”. O mesmo decorrerá no Auditório Centro de Saúde de Sete Rios.

A participação é gratuita e deverá fazer a sua inscrição, para efeitos de certificação,  manifestando o seu interesse através do email drl@sep.pt.

Consulte o programa completo neste link.

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